Reconstrução Mamária

Reconstrução da Mama não é apenas realizada após tratamento de um cancro da mama com mastectomia.

Ausência congénita, deformidade, assimetria, traumatismos (geralmente provocados propositadamente ou num contexto de violência doméstica), transsexuais … são alguns dos motivos possíveis.

Estas mulheres apresentam não só marcas físicas visíveis mas também psicológicas e sociais.

O papel da Cirurgia Plástica é fundamental na (re)conquista da autoestima, identidade e na re(integração) social plena da mulher.

A reconstrução escolhida varia de acordo com a causa e o defeito inicial, com a estrutura anatómica da paciente e, como sempre, com a vontade desta e a experiência do cirurgião.

Existem várias técnicas: Enxertos de gordura; Expansor e prótese definitiva; Músculo, pele e gordura do abdómen ou das costas e, finalmente, podemos ter de conjugar algumas das referidas para obter um melhor resultado.

Não raramente necessitamos intervencionar a outra mama, que preconizo nunca antes de passados 6 meses (salvo em casos de assimetria extrema), para obter uma melhor simetrização.

O mamilo, quando inexistente, reconstrói-se passados 6 meses de termos obtido a simetrização completa e sob anestesia local.